sexta-feira, 10 de maio de 2013

Cargas - Liberada a versão 1.48.1.0

Versão 1.48.1.0 liberada no site da Veica Sistemas (http://www.veica.com.br/).

Criação da preferência para definir o tipo de bloqueio de emissão de conhecimento retroativo, por data do último conhecimento emitido ou por data atual, na aba Digitação - Conhecimentos.


Criação do cadastro de Emails Universais e refatoração do processo de envio de documentos por email.

Cargas - Liberada a versão 1.48.0.0

Versão 1.48.0.0 liberada no site da Veica Sistemas (http://www.veica.com.br/).

Inclusão da Placa da Carreta e da Placa do Semirreboque na Solicitação de Coletas e na listagem do Mapa de Coletas. Menu: Movimentos - Operacional - Coletas - Solicitação de Coleta.


Ajuste na opção "Gerar via EDI(Padrão Proceda)". Foi criado o botão "Descartar NFs" na tela "Erros na Importação do EDI" para possibilitar a geração dos conhecimentos ignorando as notas já digitadas.


Criado no Clique aqui para da tela de Manifesto a opção "Alterar Data Previsão de Chegada do Veículo do Manifesto".


Liberação do MDFe: Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos.

Ajuste na emissão do CT-e complementar: Possibilidade de complementar valores de frete.


ABNT publica norma sobre transporte terrestre de produtos perigosos

Foi publicada, em 03/05/2013, a norma ABNT NBR16173 que trata sobre transporte terrestre de produtos perigosos - carregamento, descarregamento e transbordo a granel e embalados e capacitação de colaboradores.
A norma, que entra em vigor em 03/06, estabelece os requisitos mínimos para a capacitação de colaboradores na realização das atividades de carregamento, descarregamento e transbordo de produtos classificados como perigosos para o transporte a granel e embalado.
A norma estabelece os requisitos para colaboradores que atuam no carregamento, descarregamento e transbordo de veículos de carga como caminhões tanque, contêiner tanque ou vagões tanque e embalagens (IBC, tanque portátil e recipientes), a fim de desenvolver e implementar procedimentos de operação segura baseada em análise de risco. Os procedimentos operacionais incluem os requisitos relativos aos diversos aspectos das operações de carregamento, descarregamento e transbordo incluindo provisões das instalações envolvendo manutenção, programas de ensaios nos equipamentos de transferência (por exemplo, programas de manutenção de mangueiras) utilizados no carregamento, descarregamento e transbordo de veículos de carga.
Além disso, estabelece também o treinamento, avaliação e reciclagem da capacitação de profissionais que atuem nas operações de carregamento, descarregamento e transbordo, para desenvolver tais operações.
O objetivo desta norma é reduzir os riscos dessas operações com produtos perigosos e preencher uma lacuna no tocante ao conteúdo programático mínimo (módulos, conteúdo e duração mínima) para o treinamento dos colaboradores, conforme previsto em legislação.

Fonte.: NTC&Logística  

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Renovação de frota é necessidade nacional

Todo o setor de transporte rodoviário de cargas brasileiro sabe da necessidade de renovação da frota das empresas e dos caminhoneiros autônomos, que, hoje, tem, em média 17 anos de idade. Esta idade média elevada mostra um retrato importante do transporte brasileiro, que ainda sofre com a falta de incentivos e de condições para que suas empresas e seus autônomos possam rodar com caminhões mais novos, mais seguros, menos poluentes e operacionalmente mais eficientes.

Esta idade média elevada também faz com que o transporte brasileiro sofra com um grande número de acidentes e mortes nas rodovias, causados por falhas que poderiam ser evitadas se houvesse melhor condições viárias e de acesso ao crédito para a renovação de frota. Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro anunciaram recentemente dois programas para a renovação da frota de caminhões, um no Porto de Santos, exclusivo para autônomos, e outro com base no modelo do México, que sucateia o caminhão velho para retirá-lo de circulação antes de conceder o benefício para a compra do novo.

O SETCESP conhece este modelo de renovação de frota há anos, pois tomou contato com este projeto em viagem de sua diretoria ao México e acredita que somente sucateando os caminhões velhos o Brasil verá a idade média de sua frota de caminhões baixar e permitir que o transporte de cargas tenha melhores condições de equipamentos e operações. Estes exemplos precisam ser seguidos por todo o Brasil e estes projetos precisam ganhar espaço para ampliar seus benefícios a todos os transportadores.