terça-feira, 24 de abril de 2012

Cargas - Liberada a versão 1.36.58.37

Versão 1.36.58.37 liberada no site da Veica Sistemas (http://www.veica.com.br/).

:: CT-e: Gravação do arquivo XML e do Protocolo de Cancelamento. Possibilidade de exportar o arquivo de Cancelamento.
O sistema dispõe no botão clique aqui para.. do conhecimento a opção para salvar o arquivo XML do conhecimento cancelado.




Na geração do arquivo para o AC Fiscal, também serão exportados os arquivos XMLs dos CTEs cancelados, caso marcado a opção indicada na imagem abaixo.



:: Ajuste no EDI da Ferragens Negrão (Não estava enviado o campo série do CT).

:: Permitir simular Frete na tela de Frete Acertado.
É necessário habilitar o perfil de acesso destacado abaixo:


Na tela de acertado, habilitará uma opção para "Simular Frete"



:: Geração do arquivo EDI CONEMB, para as Alpargatas (leiaute 4.0).

Sistema eletrônico permite busca e oferta de fretes online

Cadastro é gratuito e ferramenta é uma oportunidade para aumentar rede de contatos e fechar negócios.
Empresas, indústrias, transportadoras, caminhoneiros autônomos, associações e cooperativas podem buscar e oferecer fretes por meio de um sistema disponível na internet. A ferramenta, gratuita, ajuda os caminhoneiros a encontrar, com facilidade, fretes em todo o país e pode tornar os setores de transporte de cargas e logística mais eficientes.


Entre as vantagens, por exemplo, o caminhoneiro economiza tempo e dinheiro: não precisa aguardar novas cargas com o caminhão parado e não há necessidade de ligar de transportadora em transportadora em busca de fretes para continuar a viagem ou retornar ao seu destino.

Na opção de buscas, o motorista informa a cidade em que se encontra e localiza fretes disponíveis naquele local, nos municípios vizinhos ou em um determinado distância em que escolher no sistema. As transportadoras também podem oferecer fretes e buscar caminhoneiros disponíveis para transportar sua carga.

Rede social

O site também serve como uma rede social, onde o internauta pode postar fotos, vídeos, depoimentos e entrar em contato com outros usuários – empresas, transportadores e caminhoneiros. Também pode acompanhar blogs com notícias sobre as estradas, informações sobre logística e transporte de cargas, previsão do tempo e promoções.

No ícone Guia do Caminhoneiro, é possível encontrar o contato de borracharias, oficinas, postos de combustível, concessionárias, hotéis, lanchonetes, restaurantes e outros serviços disponíveis em todas as cidades e estados do país.


Rosalvo Streit


Agência CNT de Notícias
Foto: Arquivo/CNT

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Multas para quem utiliza carta-frete começam no dia 15 de maio, afirma ANTT

Quem tiver dúvidas pode entrar em contato com a ouvidoria da agência pelo número 0800 61 0300.

Após diversas prorrogações, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou que vai passar a multar, a partir do dia 15 de maio, os transportadores que insistem em utilizar a carta-frete no transporte rodoviário de cargas. O mecanismo está proibido em todo o país desde o dia 23 de janeiro deste ano.



Os pagamentos devem ser feitos por meio eletrônico, como estabelece a Resolução nº 3.658, de abril de 2011. Atualmente, 12 empresas estão habilitadas para gerenciar o sistema que consiste, basicamente, em depósitos e saques em conta bancária.

De acordo com a ANTT, desde outubro do ano passado a agência tem feito fiscalização educativa em todo o território nacional, até mesmo a pedido do setor de transporte de cargas, que ainda não havia conseguido se adaptar à mudança. No entanto, a partir do próximo mês, quem infringir a norma será punido.

Para o presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), José Araújo "China" da Silva, a fiscalização deve ser intensa. “Foi uma grande vitória conseguir a aprovação do projeto que proíbe a carta-frete. Só assim os caminhoneiros terão uma renda formal, o que é bom para todos. Mas é preciso ficar em cima de quem desrespeita o pagamento eletrônico”, disse em entrevista à Agência CNT de Notícias.

De acordo com a resolução 3.658 da ANTT, o contratante que pagar o frete de forma diferente àquela exigida pela agência reguladora deverá ser multado em 50% do valor total de cada viagem paga de forma irregular – mínimo de R$ 550 e máximo de R$ 10,5 mil. O transportador autônomo que utilizar a carta-frete também deve ser punido: vai pagar multa de R$ 550 e pode ter seu Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) cancelado.

IR e encargos sociais

A carta-frete é um papel informal, não fiscalizado pelo governo, utilizado há mais de 50 anos no Brasil. Os caminhoneiros recebem o documento como forma de pagamento e, na maioria dos casos, ele é trocado nos postos de combustíveis por dinheiro, com deságio. O novo sistema permite ao governo recolher Imposto de Renda (IR) e outros encargos sociais.

Para sanar dúvidas, transportadoras e caminhoneiros podem acessar a página da ANTT sobre o assunto ou entrar em contato com a ouvidoria da agência: 0800 61 0300.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Transporte busca a multimodalidade

Data.: 12/4/2012


Fonte.: DCI
SÃO PAULO - Para alguns dos empresários do setor de logística, apesar de o governo brasileiro parecer buscar o cumprimento de sua meta de diminuir a fatia das rodovias na matriz brasileira de transportes, ao aumentar a de modais menos caros e poluentes, como o aquaviário e, principalmente, o ferroviário, ainda é preciso reforçar o conceito de multimodalidade no País. Tanto que, ontem, na Intermodal South America 2012, maior feira de logística do País, realizada esta semana em São Paulo, o principal tema debatido eram as providências — leia-se, os investimentos — que as grandes companhias de transporte nacionais têm buscado para se adequar ao aumento da demanda. Especialistas defenderam a desconcentração dos meios de transporte no Brasil como a saída ao crescimento, pois, apesar da forte demanda, o setor ainda encontra vários entraves.

“Se queremos desenvolver o País, temos de falar em multimodalidade. Afinal de contas, nenhum navio chega até a porta das lojas de varejo”, afirmou Fernando Real, presidente da Maestra Navegação e Logística, que lida com cabotagem (navegação marítima em águas costeiras e portos de um mesmo país). Ele falou da necessidade de as mercadorias, no Brasil, rodarem menos por terra e navegarem mais por mar e rio. Hoje, 65% do transporte de carga nacional é feito por via terrestre, e apenas cerca de 16%, por via marítima. “Temos condições de conquistar um percentual da movimentação de cargas de longa e média distância hoje realizada por caminhões.”


A Maestra anunciou o objetivo de alcançar 12% de market share nacional de cabotagem. “Em março obtivemos um aumento de 48% da ocupação de nossos navios em comparação com fevereiro”, disse Real, ao ressaltar que há sete anos, em 2005, a matriz de transportes atingiu um ponto alto de seu desequilíbrio. Naquele ano, 58% de todas as cargas transportadas no País o foram por rodovias. As ferrovias levaram só 25% das cargas. Mas isso pode mudar, com a meta do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT) do governo federal que, em 2025, prevê aos trens transportarem 35% das cargas, contra 30% do transporte feito via modal rodoviário, 29%, aquaviário, 15%, aéreo, e 5%, via modal dutoviário.

Trilhos e aeroportos
Outros setores de transporte de cargas também têm manifestado atenção para com o panorama do mercado. Companhias de logística proclamaram em cascata a expansão em suas operações. A TAM Cargo, braço da TAM para o transporte aéreo de bens, anunciou que erguerá um novo terminal no aeroporto de Cumbica, na cidade de Guarulhos (SP). As obras terão início em junho próximo e término em 2013. O complexo terá 14.000 metros quadrados. Em 2011 a TAM Cargo movimentou 119 mil toneladas no mercado doméstico e 120 mil toneladas no internacional. O comércio eletrônico (e-commerce) — que vem crescendo aceleradamente no Brasil e que costuma comercializar produtos de maior valor agregado — tem dinamizado o crescimento da companhia.
Mais uma das empresas que buscam pegar carona na mudança da estrutura de transportes do País, a Brado Logística, voltada ao transporte ferroviário de contêineres, antecipa investimentos de R$ 200 milhões em 2012. Perto de 30% deste valor (R$ 60 milhões) deve ser empregado na compra de 150 vagões e 3 locomotivas. Outros R$ 15 milhões serão aportados na construção de um terminal de contêineres no terminal intermodal que a ALL, sua controladora, está edificando no Município de Rondonópolis (MT), e R$ 5 milhões em tecnologia. Os R$ 120 milhões que restam devem ser aplicados na quitação de parte das encomendas de material rodante previstas para 2013.
“Começaremos a construir o terminal de contêineres em Rondonópolis agora, em maio”, declarou o presidente da Brado, José Luis Demeterco. Situado em uma área de 150.000 m² e com um ramal férreo de 1,5 quilômetro, o mesmo deve entrar em operação em fevereiro de 2013. “Em Rondonópolis, devemos começar a operar com uma capacidade de 2.000 contêineres por mês.” O executivo acredita que, em 5 anos, esse volume pode atingir 10 mil.
Companhia que também faz transporte sobre trilhos, o Grupo Libra anunciou ter adquirido, por valor não revelado, atendimento ao aeroporto de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. A operação envolveu a criação de um novo braço da corporação, a Libra Aeroportos. A aquisição foi concretizada via compra de 60% da Costa do Sol Operadora Aeroportuária, a qual tem a concessão para explorar o aeroporto por 22 anos, até 2023, com possibilidade de renovação por período idêntico. Desde 2008 a Libra analisa estrear no setor aeroportuário local.


Executivos da corporação afirmaram ver forte complementaridade entre o setor de aeroportos, os terminais portuários e a logística. Veem ainda potencial de integração entre o terminal de contêineres da Libra no Rio de Janeiro, as operações de transporte da área de logística de sua empresa e o aeroporto de Cabo Frio — o qual, por sinal, conta com área alfandegada. Com a aquisição do complexo de Cabo Frio a empresa alega ter se tornado o único operador logístico da América Latina a atuar simultaneamente em ferrovias, rodovias, navegação fluvial, terminais portuários e, agora, terminais aéreos. A Libra planeja investir R$ 25 milhões na expansão do aeroporto da cidade fluminense.